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id da página: 7540 Abellio Fundamentos Teologia Raymond Abellio

Abellio Fundamentos Teologia

FUNDAMENTOS DE TEOLOGIA E DE ANTROPOLOGIA

  • O par Pai-Mãe e a processão do Filho
    • A deidade enquanto senário-septenário
      • O Indeterminado ou deidade, enquanto Ser absoluto, envelopa o senário-septenário primordial. Este é formado pela cruz equatorial do Pai e da Mãe, que, por sua rotação eterna, projeta o Filho sobre o eixo vertical bipolar de sua encarnação e de sua assunção igualmente eternas, que constituem juntas a elevação da cruz
      • A deidade una, enquanto resolução dos contraditórios
      • Dualidade assimétrica dos dois pares do ativo-passivo e do passivo-ativo em estado eterno de permutação circular
      • O jogo amplificante dos duplos e a projeção intensificante do Filho
    • A dualidade vertical da deidade e do Filho
      • O Filho procede da inversão intensificadora da deidade por ela mesma
      • Androginia do Filho eterno
    • As gravitações "ad intra" e "ad extra" e a paixão divina
      • As concepções precedentes permitem fundar uma teologia da positividade mas igualmente da negatividade
      • O Ocidente enquanto lugar de exploração da negatividade divina
    • Função do Filho
      • O Filho se define por uma função dupla: ele transforma em inversão de inversão vertical a dupla inversão horizontal do par Pai-Mãe; ele intensifica para ele a deidade
      • As noções de infinito e de transfinito no Filho
      • Matematização do par Pai-Mãe e do Filho
    • Numerologia dos Paroxismos
      • Tradução matemática dos componentes do ser
  • A impulsão crística e o par Lucifer-Satã
    • Emanação e formação
      • A manifestação da deidade se efetua pela "emanação", segundo o modo de constituição do fogo indivisível, ou por "formação" segundo o modo de construção dos três outros elementos: água, terra e ar.
      • A processão dos Sefiroth
      • A verdadeira estrutura sefirótica não é triangulação mas organização esférica quadraturada
      • O casamento do Filho
    • O Cristo e a lei do movimento descendente
      • O antagonismo crescente embora perpetuamente equilibrado de Lucifer e de Satã é correlativo da permanente impulsão crística
    • O conflito da ética e da estética e sua resolução religiosa
      • A dupla transcendência recíproca de Lucifer e de Satã é geradora de DOIS sofrimentos complementares e irredutíveis, aqueles da verdade e da beleza, de onde procede o perpétuo conflito da visão e da arte ou da ética e da estética
      • Os dois sofrimentos
      • Correlação dos místicos e das morais
    • A pessoas divinas como hipo-stases
      • É o resto da ingenuidade ligada a toda visão natural que, em lugar de nos apresentar o Filho como ek-stade, nos apresenta-o como hipo-stase
  • O Homem completo
    • O Filho e a Filha
      • Em modo de formação, quer dizer na irreversibilidade do tempo, a deidade toma na "partida" do Filho um caráter masculino e no seu "retorno" um caráter feminino. Estes dois modos são aqueles da visão para ele do Filho
      • Rigor e clemência
    • A "feminização" do Filho
      • A todo instante, para a visão absoluta, a masculinidade e a feminilidade do Filho estão equilibradas. Mas, no desenvolvimento de sua visão para ele, o Filho transforma uma masculinidade ativa e uma feminilidade passiva "originais" igualmente equilibradas, mas que lhe são dadas em amplitude, em uma masculinidade e uma feminilidade ao mesmo tempo ativas e passivas que se dá a ele mesmo em intensidade. Ele transforma assim seu ser em-si divino em ser causa-de-si crístico
      • Sexualização do Filho
      • Potencialidades e virtualidades no Filho
    • Dialética da duplicação
      • A passagem da unidade à dualidade exige a mediação de um infinidade, mas de uma infinidade vista em modo de amplitude. Esta infinidade, vista em modo de intensidade, quer dizer reunificada, funda, a cada termo da série de duplas, um novo nível de ser.
      • O exemplo da mitose
      • Caráter transfinito do número 2
    • A "cronaxia" como quantum de tempo. Os limiares de com-possibilidade cronáxicos
      • A excitabilidade nervosa obedece a leis ditas de isocronismo que põem em jogo a relação da unidade e do número dois. Encontramos aqui o sentido profundo da oscilação de relaxação.
      • A mobilidade do isocronismo
      • Papel da repetição
    • Sexualidade, plexualidade, cerebralidade
      • Sexualidade, plexualidade e cerebralidade estão correlacionadas em um senário perpetuamente aberto, a dualidade sexual (vista em modo de amplitude) se intensificando na unidade plexual (vista em modo de intensidade) pelo intermediário da infinidade cerebral
      • Correspondências bipolares entre o cérebro e o sexo
      • Da mulher "última" e de sua "frigidez"
      • Constituição do homem e prostituição da mulher
    • A constituição da homossexualidade
      • A "normalidade" não esgota a globalidade. Mas a homossexualidade não pode "equilibrar" a heterossexualidade a não ser saindo do campo do casal, onde ela não é estruturável nela mesma. Deve-se então considera-la como uma atividade "extra-mundana" que concorre à intensificação disruptiva e à transmutação do mundo
      • O "casal" homossexual
      • Estetismo e homossexualidade
      • Homossexualidade e neotenia
  • A transfiguração do corpo
    • Genética da esfera dos sentidos
      • Na superfício do corpo, os órgãos dos sentidos organizam a esfera intermediária que faz comunicar o Eu enquanto centro e a esfera do mundo enquanto envelopador geral. Nosso corpo possui perifericamente seis sentidos dialeticamente ligados em uma evolução-involução geral. O sexo total é ao mesmo tempo primeiro e último sentido e todos os outros procedem dele para, ao final, se fundir nele e o fundar.
      • Homogeneidade e heterogeneidad absolutas
      • Genética da anisotropia
      • Classificação natural dos sentidos
      • Processão filogenética dos sentidos
      • Retorno à ontogênese
      • O sexo considerado como sentido integrado-integrante
    • Genética do intelecto
      • O intelecto se mantém ao mesmo tempo no centro e no topo do ser
      • A ubiquidade do intelecto
      • Possessão e comunhão
    • As cascas do corpo
      • Na esfera dos sentidos e por eles, o corpo se constitui em seis cascas "sucessivas" correspondendo em dois ternários, o corpo físico, o corpo psíquico e o corpo intelectual, em seguida, o corpo demiurgico, o corpo ético e o corpo crístico, a seguir, os corpos do segundo ternário não estando em um só refluxo respiratório da esfera que a intensificação global daqueles do primeiro, que se sucedem, eles, para-nós, em modo de amplitude.
      • Organização senária das cascas "sucessivas"
      • O ternário dos corpos "superiores"
    • Primeira morte e segunda morte
      • A noção de primeira morte está ligada a uma visão ingênua: aquela da destruição do corpo físico. A noção de segunda morte está ligada a uma visão transcendental: aquela da intensificação "última" do corpo intelectual
      • A primeira morte
      • A segunda morte
    • A tripartição do organismo humano e a ilusão do envelhecimento e da morte
      • É preciso cessar de fazer da morte um fato individual enquanto êxtase e inseri-la no conjunto dos processos cósmicos, enquanto ek-stase
      • Pensamento, sentimento, vontade
      • Genética dos três estados
      • O homem entre a terra e o sol
      • "Sobrevivência" da consciência